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Confira ;)
7 Dicas para refrescar a casa*
1. Em dias quentes, tire do quarto cobertores, tapetes, almofadas e bichinhos de pelúcia. Esses e outros objetos fofinhos absorvem muito calor.
2. Deixe todos os vidros abertos, pois eles funcionam como uma estufa quando ficam fechados: o calor entra, mas não sai.
3. Se as cortinas forem escuras, tire o forro ou troque-as por tecidos de cores mais claras.
4. Cubra os estofados com tecidos leves e naturais, como os feitos de algodão.
5. Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes (brancas), que esquentam menos e são mais econômicas.
6. Sempre que possível, durante a noite, abra as portas dos cômodos.
7. Plantas dentro de casa mantêm o ambiente úmido e ajudam a baixar a temperatura interna.
Fonte: M de Mulher
- Manutenção no equipamento, garante saúde.
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Para fugir do calor intenso, muitos recorrem aos sistemas condicionadores de ar, seja no trabalho, no carro ou até mesmo em casa. O ambiente fica fresco e agradável, porém, diversas complicações podem surgir, caso certas precauções para o uso adequado não sejam devidamente tomadas.
Um alerta relevante vem do dr. Ricardo Milinavicius, diretor da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). Ele explica que o ar-condicionado faz com que importantes regiões do pulmão fiquem ressecadas:
“A mucosa nasal é revestida por cílios vibrantes, responsáveis por expulsar bactérias, fungos e vírus que adentram em nosso organismo pelo ar que respiramos. Como há o ressecamento da região, a chance de se contrair infecções aumenta”.
O filtro dos ares-condicionados não consegue reter todas as impurezas existentes, que se acumulam nos ductos e fazem com que a circulação de ar prejudique a saúde de quem está exposto ao aparelho.
Assim, é extremamente necessário que o ar-condicionado seja higienizado e seu filtro trocado periodicamente. “Este é o principal desencadeador de doenças respiratórias: a falta de limpeza. Para pessoas que já apresentam quadros de bronquite, asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC, os riscos são ainda maiores, podendo levar a casos de sinusite, amidalite e até mesmo pneumonia”.
O ideal é evitar ao máximo a longa permanência em locais com grandes conglomerados de pessoas, onde existe uma enorme troca de infecções virais. Quando não há jeito, a melhor forma de se prevenir é através de hidratação. É essencial beber muita água e umidificar bem as vias aéreas nasais com soro fisiológico, que lava e higieniza completamente.
A depender do caso, uma medida mais extrema ainda pode ser tomada. “Para alguns pacientes, como portadores de asma ou DPOC que estão sujeitos a passar por uma crise a qualquer momento, é indicada a aplicação de vacina contra pneumonia para aumentar a imunidade, principalmente em pessoas com mais de 50 anos”, comenta o dr. Ricardo.
Limpeza é fundamental Conforme o especialista, não só o filtro do ar-condicionado deve ser higienizado, mas também os ductos internos, pois é lá que bactérias e resquícios de água ficam alojados.
A limpeza é normalmente realizada a cada três meses e, a cada seis, deve-se trocá-lo. O mesmo serve para o ar-condicionado de carros, porém, o parâmetro para troca é de 5 mil a 10 mil quilômetros rodados, o que dá aproximadamente um ano.
“É preciso ressaltar a real necessidade de uma manutenção frequente desses aparelhos, pois normalmente as pessoas se esquecem de fazê-lo ou deixam para depois, o que resulta em um desconforto geral e constante”.
Fonte: Aquidauana
- Bom rendimento no trabalho depende do conforto ambiental.
- Correta climatização favorece trabalhos repetitivos e intelectuais.
A importância do bom ambiente de trabalho para o rendimento do funcionário não é segredo, mas para melhorar o escritório um fator importante é a climatização. Um local muito frio ou muito quente pode causar desconforto às pessoas e diminuir ritmo de trabalho da empresa. Computadores e equipamentos eletrônicos também precisam ser protegidos das altas temperaturas.
Conforme o presidente da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller, ambientes com controle de temperatura e umidade podem fazer os funcionários renderem cerca de 30% a mais no trabalho além de diminuir o número de faltas.
- Um ambiente climatizado com as taxas de renovação e filtragem corretamente ajustadas e mantidas aumentam o rendimento dos funcionários, principalmente, em funções repetitivas ou intelectuais, além de diminuir o número de faltas no trabalho em cerca de 10% - explica.
A climatização não é apenas um item importante nas empresas, mas também em residências. Hoje, o número de lares com aparelhos de ar condicionados no Brasil é muito baixo em comparação com países desenvolvidos. Conforme Helfensteller, não se admite projetar uma nova obra sem prever a utilização de climatizadores. Ele ressalta também o uso em carros que há 10 anos era considerado um luxo e hoje é uma necessidade. Além do bem estar, o aspecto segurança tem se tornado importante ao permitir que as pessoas circulem com os vidros fechados.
Fonte: Segs - Universidade desenvolve ar condicionado 175% mais econômico.
- Uma tecnologia desenvolvida por um grupo de pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, promete ser capaz de reduzir drasticamente o consumo de energia elétrica dos aparelhos de ar condicionado, além de diminuir a poluição causada pelas atividades da máquina.
O feito será possível graças a um novo metal desenvolvido pela equipe. Descrito como “termicamente elástico”, o material funciona como um compressor tradicional, mas requer menos energia.
“A expectativa é de que o novo refrigerador aumente a eficiência em 175%, além de reduzir as emissões de dióxido de carbono em 250 milhões de toneladas métricas por ano e substituir os refrigerantes líquidos, que causam degradação ambiental”, informou o diretor da pesquisa, Eric Wachsman.
Revolução para o consumidor
Sendo um dos eletrodomésticos mais populares do planeta, especialmente nos países que enfrentam verões quentes, a tecnologia poderá representar uma revolução no mercado.
“Os aparelhos de ar condicionado representam a maior parcela das contas elétricas das residências, durante o verão. Por isso esta nova tecnologia poderá ter um impacto significativo para os consumidores, bem como um benefício ambiental importante”, reforça Wachsman.
Na próxima fase da pesquisa, a equipe irá testar a viabilidade comercial do “metal inteligente”. O protótipo de 10 kg irá substituir um sistema de refrigeração convencional baseado no ciclo de compressão de vapor, trocando os fluidos por um material sólido – uma liga com memória de forma termoelástica.
Segundo o professor Wachsman, esse material pode absorver ou criar calor alternadamente da mesma forma que um compressor comum, mas utilizando muito menos energia. Ele ainda gera um impacto ambiental menor quando comparado com a tecnologia convencional, além de evitar o uso de fluidos que podem contribuir com o aquecimento global.
Investimentos
Para contribuir com o andamento da pesquisa, o Departamento de Energia dos Estados Unidos viabilizou um investimento de US$ 500 mil para a universidade. O valor é parte de uma verba de US$ 92 milhões que serão distribuídos para 43 projetos destinados a pesquisas em tecnologias e inovações sustentáveis.
“Essas ideias inovadoras terão um papel crítico para a nossa segurança energética e crescimento econômico”, afirmou o secretário de Energia dos EUA, Steven Chu. “Nesse momento é mais importante do que nunca investir em uma economia baseada em energias novas e limpas”, completou.
Fonte: Eco Desenvolvimento
- Dutos de ar-condicionado viram canais de comunicação wireless.
- Tecnologias de monitoramento sem fio – com usos que vão desde aplicações voltadas para a saúde e a segurança até os mais óbvios controles de temperatura e umidade do ambiente – podem ser implementadas de forma simples e eficiente usando os dutos de ar-condicionado e ventilação dos edifícios.
A descoberta deverá proporcionar economia de recursos e de tempo para os construtores e para os gestores dos edifícios, já que a tecnologia pode ser implementada em edifícios novos ou já construídos, sem a necessidade de instalação de redes físicas para os sensores. A base da técnica agora desenvolvida são as etiquetas RFID, minúsculos transmissores/receptores de rádio que operam sem baterias, alimentados pela energia transmitida pela antena dos leitores.
As etiquetas RFID, se forem instaladas dentro dos dutos de ar-condicionado, cobrem facilmente a área típica de um andar de um edifício comercial. Pois esses dutos funcionam como guias para as ondas de rádio, evitando sua dispersão e ajudando a manter um sinal forte a uma distância maior.
A pesquisa está avaliando o funcionamento dos sensores RFID em detectores de fumaça, monitores de monóxido de carbono e sensores que podem detectar substâncias químicas, biológicas e radiológicas.
A possibilidade de retrofitting – atualização tecnológica – dos edifícios já construídos deverá transformar a técnica em uma ferramenta importante no arsenal disponível para a criação de edifícios inteligentes – incluindo principalmente a atualização dos edifícios que nasceram burros.
Fonte: UEL
